just my imagination

Enfim um post de verdade!

Fiquei dias pensando em algo legal pra escrever e descobri que, quanto mais eu penso, mais coisas vem à cabeça e menos eu escrevo. Aliás, descobri que sempre fui assim. Já tentei ter um diário, pra poder registrar as histórias loucas que ficam vagando aqui na caixola, mas nunca funcionou (a shame!). Acredito que não seja só comigo, mas meu pensamento é sempre 50 zilhões de vezes mais rápido que minhas mãos e eu quase nunca consigo deixar escrito o que realmente pensei. Cês devem tá dizendo aí  “compra um gravador, sua burra, é bem mais rápido e prático que tudo”, né? Pois bem, quem pensou assim: desculpa, grande sábio (a), mas eu me perco ainda mais quando verbalizo o pensamento.

Esses dias uma pergunta martelou sem parar na minha cabeça (junto com as reais marteladas do meu vizinho, em sua obra maluca lá em cima): até que ponto é bom ter imaginação? Não é um saco pensar muito e não conseguir trazer tudo pro papel (ou bloco de notas, rs)? Quem também sofre com isso deve tá balançando a cabeça agora em acordo com o que disse. Contrastando com a revolta de não conseguir traduzir tudo ao pé da letra, penso que ter imaginário aflorado é bom, mas pode ser também uma coisa (bem) perigosa. Se você não tiver cuidado…

Ainda não achei uma solução pra amenizar os estragos que a imaginação em excesso provocam em minha vida (de escritora? oi?). Por enquanto vou treinando  aqui e acolá, até achar a fórmula certa pro meu mal (se é que existe uma, rs).

Próximo post será um conto meu, prometo. Fiquem espertos (as) aí! =)

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hipocondria mode ON

Post inicial é como carta: cê nunca sabe ao certo como começar, né?

Tá rolando uma tensão de não saber o quê exatamente dizer sobre o que seria esse ‘amor hipocondríaco’ o qual vos introduzo a partir de hoje. Decidi que os posts serão sempre escritos meio à moda Lispector em “Água Viva. Taí um dos amores doentios que tenho (obsessão mesmo): Clarice Lispector.

Não proponho um ‘pseudo-cult-blog’ ou qualquer definição que se tenha inventado até agora. É como digo no ‘about’ – que eu acredito que cês leram – : isto aqui é SOBRE SER APAIXONADO (A) POR ALGUMA COISA. No meu caso, por várias. Pra não dar tantas voltas se acaso você estiver com preguiça de ler até o final: artes em geral. Mas, não só – e somente só – sobre artes. Isto aqui é também sobre uma vida, seus devaneios e tudo o que há no espaço entre pensar, ser e agir. Quem me conhece já sabe: remei contra a maré e sou tudo (ou quase tudo) o que meu pai não queria que eu fosse. Nos gostos, filosofias, atitudes…but i’m strong e já superei isso, rss.

O espaço é coletivo e livre, podem compartilhar seus amores doentios (mesmo os mais ‘weirds’) comigo. Seja pelo amor carnal, pelo cheiro que tem um livro antigo, pelas infinitas lembranças que são capazes de contar uma única fotografia, por aquele filme que pode ser visto zilhões de vezes como se fosse a primeira, por desenho animado, café, vinho, animais, trabalho, chiclete, pipoca, caneta de ponta fina, cheiro de gasolina, do mais banal ao mais sério. “Amor”, “Liebe”, “L’amour”, “Love”, “Liefde”, “Amore”…Amemos compulsiva e inexplicavelmente tudo, todos, aqui, lá, agora, sempre.

E é isso, sem mais delongas. Encerro esse post do jeito que se finaliza uma carta: na eterna busca de encontrar uma forma legal de dizer ‘até mais’.

Love,

-xxx-

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